Cristo de All Star é um blog feito por cristãos que procuram expressar seus sentimentos, pensamentos, experiências e sonhos através da poesia.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sinto Muito Que Te Gosto

 O poema que se segue é uma explicação breve,
do que quem ama, de fato, perde. 
E se perde
Dentro de uma atmosfera de fé.

 Não goste de mais de mim por isso,
não é esse meu intuito.
Só escrevi pra dizer o que sinto,
e muito sinto,
sinto muito, mas te gosto.

 Amor não chamo, esse tento,
faço o que posso sem te ofender.
Tento bastante lhe deixar respirar.
Meu respirar é bem ofegante por tentar te dizer.

 "Moça anônima que eu conheço tanto de longe, e tão pouco de todo
Venha com seu sopro e faça-o me dizer algo."
( Que eu sou um cavaleiro ou um cavalo,
lhe dou permissão para falar assim )

 "Moça dos cabelos coloridos, venha fazer parte do infinito
Que acaba assim que você saí" 
 "Perdoa esse bobo poeta com rimas retas,
Que sonha contigo e escreve-o no livro"

 "Agora, precisas pedir perdão por ser tão linda!
Precisas prender teus lábios, assim como os cabelos,
assim eles não prenderiam minha atenção.
Lindos sorrisos, eu confesso."
*perco a razão*

 Linda garota anônima, me vou.
Procurarei um lugar perto de ondes moras
E te fitareis da sacada,
Jogarei poesias furadas com preciosas juras de amor.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Importação de sentimentos

 Algo se prende nos dentes, uma casquinha de pipoca.
 Um pensamento preso na mente, se algo importa, tudo importa.
           Importa o frio salgado do mar, o toque ambidestro dos dedos
           O choro que saiu de novo,
           O despertar, todo esforço.
Importa a quantidade de vezes que amei,
Que me odiei, que chutei o pau da barraca,
Que contruí um castelo de pedra.
           Importa seus sorrisos,
           Importa quem você é,
           Importa se você vai ou fica. (se o doce é de maçã ou tangerina)
Olho pro céu e pergunto se importa,
Quantas portas escondem o céu.
Quanto custa um sorriso seu?
Olho pro céu da boca e não encontro preço.

           Mas não importa,
Amo-a hoje, direita ou torta,
Qualquer poderia ser,
Se importa é porque...
                                            Se algo importa, amar exporta.
         

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A formiga


Tão pequena
Tão jeitosa
Cheia de graça e esperteza

Sim, esperta e precavida
Creio que não hesita
Em dia após dia
Trabalhar duro com seu suor

Eu, sentada
A vi caminhar e admirei-me
Tão formosinha, tão pequenina
Mas com tanta força para suportar

Com um graveto a levantei ao ar
E a deixei andar
Observando e pensando:

“Senhor, um ser tão minúsculo
Mas cheio de esperteza.
Tenho muito o que aprender!”

[ps: fato verídico]

Irmãos

As mesmas piadas,

Não acompanham as mesmas risadas

As loucas conversas

Monólogos se tornaram

Em minha cabeça, em minha saudade


Eu sei, já virou clichê

Todo esse papo melodramático

Mas o que posso fazer

É bom saber que foi tão bom

Ao ponto d’eu querer tudo de novo


As rodas de violão

Ou chorar ouvindo a mesma canção

Ah, como me faz falta

Morrer de rir com histórias

Que nem existiram


É amigos, aqui eu digo de todo coração

Mesmo distante, estamos juntos como irmãos!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Cristo de All Star


Blasfêmia!, eles gritaram quando o Mestre mostrou-lhes a verdade
Blasfêmia!, esbravejaram quando pregamos aquele que foi pregado na cruz
Se bem que foi de um modo contemporâneo, ocidental

Mas, Senhor, eles não quiseram ver-te com um All Star nos pés
Disseram que não é assim que deveríamos te apresentar ao mundo
Mas é verdade que a juventude, hoje, quer alguém que se enturme

Senhor, eu sei que não foi o fato de andar com pecadores
a razão da oposição dos religiosos do seu tempo
Eu sei que não foi o tênis popular em seus pés
a razão deles nos chamarem de blasfêmos

Foi puramente por não suportarem uma mensagem
Que vem pura e simples; que muda de roupas, é verdade
mas deixa a essência como sempre foi
Salvadora

Eduardo Carolino

domingo, 11 de setembro de 2011

Na viseira

Podes ver-me aqui?
Estou só
Só contigo e junto

Podes sentir-me?
Nesse pulsar desenfreado de paixão
Na chama que arde esse coração

Sê paz
Se a luz contigo estiver
Sê amor
Se 'cê for Ele à viver

Chama a vida
A chama acesa
Que retine agradável como sino em dia de casamento
E estridente na anunciação