Por redenção, eu dou os largos passos
Eu corro atrás, eu vou atrás
Preencher um grande vazio
Que atormenta o profundo e o ápice da minha vida
O meu medo e a minha vergonha de pedir perdão
Sabendo que amanhã, cometerei o mesmo erro
Isso me faz ficar assim, como um errante, insistente
Animal movido pelo erro e pela queda.
O que vai me dizer? O que eu já sei? Sim, venha.
A mesma palavra já me serviu em diferentes momentos
Dos quais, serviram para pelo menos alguma coisa
Ajudar a crescer e entender que Deus é Quem sabe
O que é melhor pra mim.
Cristo de All Star é um blog feito por cristãos que procuram expressar seus sentimentos, pensamentos, experiências e sonhos através da poesia.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Sinto Muito Que Te Gosto
O poema que se segue é uma explicação breve,
do que quem ama, de fato, perde.
E se perde
Dentro de uma atmosfera de fé.
Não goste de mais de mim por isso,
não é esse meu intuito.
Só escrevi pra dizer o que sinto,
e muito sinto,
sinto muito, mas te gosto.
Amor não chamo, esse tento,
faço o que posso sem te ofender.
Tento bastante lhe deixar respirar.
Meu respirar é bem ofegante por tentar te dizer.
"Moça anônima que eu conheço tanto de longe, e tão pouco de todo
Venha com seu sopro e faça-o me dizer algo."
( Que eu sou um cavaleiro ou um cavalo,
lhe dou permissão para falar assim )
"Moça dos cabelos coloridos, venha fazer parte do infinito
Que acaba assim que você saí"
"Perdoa esse bobo poeta com rimas retas,
Que sonha contigo e escreve-o no livro"
"Agora, precisas pedir perdão por ser tão linda!
Precisas prender teus lábios, assim como os cabelos,
assim eles não prenderiam minha atenção.
Lindos sorrisos, eu confesso."
*perco a razão*
Linda garota anônima, me vou.
Procurarei um lugar perto de ondes moras
E te fitareis da sacada,
Jogarei poesias furadas com preciosas juras de amor.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Importação de sentimentos
Algo se prende nos dentes, uma casquinha de pipoca.
Um pensamento preso na mente, se algo importa, tudo importa.
Importa o frio salgado do mar, o toque ambidestro dos dedos
O choro que saiu de novo,
O despertar, todo esforço.
Importa a quantidade de vezes que amei,
Que me odiei, que chutei o pau da barraca,
Que contruí um castelo de pedra.
Importa seus sorrisos,
Importa quem você é,
Importa se você vai ou fica. (se o doce é de maçã ou tangerina)
Olho pro céu e pergunto se importa,
Quantas portas escondem o céu.
Quanto custa um sorriso seu?
Olho pro céu da boca e não encontro preço.
Mas não importa,
Amo-a hoje, direita ou torta,
Qualquer poderia ser,
Se importa é porque...
Se algo importa, amar exporta.
Um pensamento preso na mente, se algo importa, tudo importa.
Importa o frio salgado do mar, o toque ambidestro dos dedos
O choro que saiu de novo,
O despertar, todo esforço.
Importa a quantidade de vezes que amei,
Que me odiei, que chutei o pau da barraca,
Que contruí um castelo de pedra.
Importa seus sorrisos,
Importa quem você é,
Importa se você vai ou fica. (se o doce é de maçã ou tangerina)
Olho pro céu e pergunto se importa,
Quantas portas escondem o céu.
Quanto custa um sorriso seu?
Olho pro céu da boca e não encontro preço.
Mas não importa,
Amo-a hoje, direita ou torta,
Qualquer poderia ser,
Se importa é porque...
Se algo importa, amar exporta.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A formiga
Tão pequena
Tão jeitosa
Cheia de graça e esperteza
Sim, esperta e precavida
Creio que não hesita
Em dia após dia
Trabalhar duro com seu suor
Eu, sentada
A vi caminhar e admirei-me
Tão formosinha, tão pequenina
Mas com tanta força para suportar
Com um graveto a levantei ao ar
E a deixei andar
Observando e pensando:
“Senhor, um ser tão minúsculo
Mas cheio de esperteza.
Tenho muito o que aprender!”
[ps: fato verídico]
[ps: fato verídico]
Irmãos
As mesmas piadas,
Não acompanham as mesmas risadas
As loucas conversas
Monólogos se tornaram
Em minha cabeça, em minha saudade
Eu sei, já virou clichê
Todo esse papo melodramático
Mas o que posso fazer
É bom saber que foi tão bom
Ao ponto d’eu querer tudo de novo
As rodas de violão
Ou chorar ouvindo a mesma canção
Ah, como me faz falta
Morrer de rir com histórias
Que nem existiram
É amigos, aqui eu digo de todo coração
Mesmo distante, estamos juntos como irmãos!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Cristo de All Star
Blasfêmia!, eles gritaram quando o Mestre mostrou-lhes a verdade
Blasfêmia!, esbravejaram quando pregamos aquele que foi pregado na cruz
Se bem que foi de um modo contemporâneo, ocidental
Mas, Senhor, eles não quiseram ver-te com um All Star nos pés
Disseram que não é assim que deveríamos te apresentar ao mundo
Mas é verdade que a juventude, hoje, quer alguém que se enturme
Senhor, eu sei que não foi o fato de andar com pecadores
a razão da oposição dos religiosos do seu tempo
Eu sei que não foi o tênis popular em seus pés
a razão deles nos chamarem de blasfêmos
Foi puramente por não suportarem uma mensagem
Que vem pura e simples; que muda de roupas, é verdade
mas deixa a essência como sempre foi
Salvadora
Eduardo Carolino
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